Vale destacar que o projeto alcançou a racionalização do tempo de administração da solução, redução do consumo e do desperdício de espaço para guarda. Diminuição da janela de backup em cerca de 20%, mesmo com o aumento na volumetria, resiliência e escalabilidade

Depois de um certo tempo nos negócios, as organizações percebem a importância em atualizar seus sistemas de proteção de dados, visto que as ferramentas legadas têm grande dificuldade para lidar com os desafios atuais, como virtualização em larga escala e ambientes de datacenter cada vez mais automatizados.

Em alguns casos a necessidade chega quando a instituição precisa restaurar um documento que foi excluído acidentalmente. Ou quando um sistema se torna indisponível por alguma falha física ou logica. Ou talvez tenha grande volume de dados de missão crítica, que seja imprescindível o arquivamento por anos e o espaço não é suficiente. E até que estes dados, já arquivados, precisem ser resgatados com agilidade.

É fato, as empresas necessitam de backups que garantam a recuperação dos dados no caso de grandes interrupções, como falhas de hardware, desastres naturais e intrusões externas indesejadas. Durante anos o ápice da discussão era: o que é melhor, sistemas de proteção de dados em unidade de disco ou fita?

Foi exatamente esta questão que o Banco ABN, aqui no Brasil se deparou há cerca de um ano. Com mais de 300 anos de história, com sede na Holanda, o Banco necessitava de inovação no sistema de proteção de dados, porém por normas na sede, na Holanda, o backup em fita necessitava ser mantido.

Renascendo no Brasil, já líder nos segmentos comercial e varejo. Internacionalmente ativos em áreas em que possuem vasta experiência, como: energia, commodities e transportes e clearing, o banco reestruturou sua infraestrutura de TI em São Paulo.

“A solução legada não possuía a escalabilidade e performance necessárias para acompanhar o crescimento da volumetria de dados a longo prazo, bem como as novas necessidades de RTO e RPO para os ambientes de missão crítica. Necessitávamos de renovação de storage e servidores, ou seja, uma infra que nos proporcionasse melhorias ao ambiente como todo”, ressalta o gerente de TI do Banco ABN, Rafael Mazzei.

Em conjunto, com a OST, integradora especializada em segurança de ambientes virtualizados e alta disponibilidade da informação, foi realizado um estudo do cenário atual, necessidades individuais de retenção e proteção de dados para cada solução corporativa e a correspondente tecnologia para entregar os novos requisitos capazes de suportar o negócio.

O objetivo do projeto não focava a troca de tecnologia para redução do custo total de propriedade, e sim a entrega de resultados que pudessem atender às novas necessidades de proteção de dados, com uma tecnologia resiliente e que fosse escalável ao longo dos anos, permitindo suportar o crescimento do banco, sem mudar a tecnologia.

Sim, o caminho foi aderir ao backup em disco, como previsto. O que surpreendeu foram os resultados.  O processo de implementação durou cerca de dois meses. Sendo realizado por uma equipe de três colaboradores da OST (integradora) e dois colaboradores internos da instituição bancária. Em parceria, a escolha foi pela solução DellEMC Data Domain 6300 com Veeam Backup e Replication 9.5, solução que melhor atendia as necessidades do projeto em questão. Tanto em relação ao desempenho como performance.

“Como benefícios quantitativos o projeto gerido pela OST conseguiu atingir a utilização de menos insumos, mesmo com a realização de uma política de retenção mais agressiva para atendimento aos órgãos reguladores. Já qualitativos, posso citar a racionalização do tempo de administração da solução, redução do consumo e do desperdício de espaço para guarda, diminuição da janela de backup em cerca de 20%, mesmo com o aumento na volumetria, resiliência e escalabilidade como características principais da solução técnica entregue’, ressalta Mazzei.

Após atingir resultados além de esperados, o Banco estendeu sua parceria com a OST.

De apoio pontual no projeto de proteção de dados, a empresa assumiu o papel de parceira em tempo integral e hoje também responde pelo controle e suporte avançado ao ambiente do banco, no formato 24X7, além da aplicação das melhores práticas em um ambiente 100% virtualizado.

“Com a expertise em soluções de grandes fornecedores do mercado, um atendimento personalizado e um olhar atento às tendências, a OST rapidamente transformou uma prestação de serviço convencional em uma grande parceira, para entrega de soluções com valor agregado aos negócios do ABN. Valores estes, que podem ser observados em cada associado da empresa, finaliza o gerente.