Desvendando a nuvem: guia prático para impulsionar sua empresa

A tecnologia tornou-se um pilar fundamental para o sucesso de qualquer organização, independentemente do seu tamanho. A transformação digital dita o ritmo do mercado – como a sua empresa se destaca nele? Entre as inovações que transformam o cenário empresarial, a computação em nuvem (cloud computing), se destaca como uma ferramenta poderosa e acessível. Preparamos um guia prático para você entender como essa tecnologia pode ser a chave para o sucesso do seu negócio. Vamos desmistificar a computação em nuvem e mostrar como ela pode inspirar novas estratégias para otimizar suas operações, reduzir custos e impulsionar o seu crescimento. O que é computação em nuvem? Imagine ter acesso a todos os recursos de tecnologia que sua empresa precisa – softwares, armazenamento de dados, poder de processamento, entre outros – não instalados em computadores físicos dentro do seu escritório, mas sim em uma vasta rede de servidores remotos conectados pela internet. Essa é a essência da computação em nuvem. Em vez de investir em infraestrutura de TI própria, que pode ser cara e exigir manutenção constante, você utiliza serviços sob demanda oferecidos por provedores de nuvem. Pense nisso como alugar um espaço flexível e escalável. Imagine dizer adeus aos altos investimentos em servidores, softwares e licenças. Com a nuvem, você paga só pelo que usar, como uma conta inteligente. Como a nuvem funciona na prática? A computação em nuvem se baseia em uma rede global de data centers, composta por instalações físicas robustas e seguras, repletas de servidores potentes. Quando você acessa um serviço em nuvem, como um e-mail, um software de gestão ou um sistema de armazenamento de arquivos, seus dados e solicitações viajam pela internet até esses data centers. Neles, os servidores processam as informações e enviam os resultados de volta para o seu dispositivo – seja um computador, tablet ou smartphone. Essa infraestrutura complexa é gerenciada pelos provedores de nuvem, que garantem a disponibilidade, a segurança e a performance dos serviços. Isso significa que você não precisa se preocupar com a compra, instalação, configuração e manutenção de hardwares e softwares, liberando sua equipe de TI (ou você mesmo, no caso de micro e pequenas empresas) para concentrar esforços estratégicos em projetos com impacto direto nos resultados da empresa. Leia também: Por que minha empresa precisa migrar para Cloud Computing? Principais benefícios da computação em nuvem para empresas de todos os portes A adoção da computação em nuvem oferece uma série de vantagens significativas para empresas de todos os tamanhos e setores: Redução de custos Elimine gastos com a compra e manutenção de infraestrutura física, como servidores, equipamentos de rede e licenças de software. A nuvem permite um modelo de pagamento por uso, otimizando seus investimentos em TI. Escalabilidade e flexibilidade Aumente ou diminua a capacidade dos seus recursos de TI de acordo com as necessidades do seu negócio, de forma rápida e fácil. À medida que sua empresa cresce, a nuvem acompanha esse crescimento sem grandes investimentos iniciais. Acessibilidade e mobilidade Acesse seus dados e aplicativos de qualquer lugar e a qualquer hora, utilizando diferentes dispositivos com conexão à internet. O ambiente de nuvem otimiza o trabalho remoto, a colaboração entre equipes e a agilidade nos processos. Segurança e confiabilidade Os provedores de nuvem investem pesadamente em medidas de segurança avançadas, como firewalls, criptografia e sistemas de detecção de intrusão, para proteger seus dados, garantindo alta disponibilidade dos serviços e evitando interrupções nas suas operações. Foco no core business Ao delegar a gestão da infraestrutura de TI para provedores de nuvem especializados, sua empresa pode concentrar seus esforços e recursos no seu negócio principal, inovando e buscando novas oportunidades de crescimento. Sustentabilidade A computação em nuvem pode ser mais eficiente energeticamente do que manter servidores locais, contribuindo para a redução da pegada de carbono da sua empresa. Acesso à inovação Os provedores de nuvem oferecem uma vasta gama de serviços e tecnologias de ponta, como inteligência artificial, análise de dados e internet das coisas (IoT), entre outras que podem impulsionar a inovação no seu negócio. Por que adotar Cloud Computing agora? A computação em nuvem é uma oportunidade de ouro para todas as empresas competirem em um mercado cada vez mais exigente. A oferta da OST de migração gratuita para a nuvem elimina uma das principais barreiras para a adoção desse sistema: o custo inicial e a complexidade do processo de transição. Ao aproveitar essa oportunidade, sua empresa pode: A digitalização é o motor de qualquer negócio, e a computação em nuvem é a engrenagem dessa transformação. E o melhor de tudo é que com o suporte da OST, ela está mais acessível do que nunca. Leia também: Cloud: a solução para a escassez de recursos em TI Desmistificando a migração para a nuvem Para muitas micro e pequenas empresas, a ideia de migrar toda a sua operação para a nuvem pode parecer complexa e até mesmo assustadora. Mas acredite, com o parceiro certo, essa jornada de transição pode ser muito mais simples e gradual do que se imagina. O primeiro passo é entender que a migração não precisa ser um evento repentino e disruptivo. Ela pode ser planejada e executada em etapas, adaptando-se ao ritmo e às necessidades específicas do seu negócio. Geralmente, uma migração bem-sucedida envolve etapas como: A boa notícia é que você não precisa passar por isso sozinho. A OST, pensando em cada detalhe para seu negócio, criou a campanha Cloud 4 All, que oferece o suporte especializado e gratuito para auxiliar sua empresa em cada etapa dessa jornada. Nossos especialistas estão preparados para entender suas necessidades e planejar a sua migração para a nuvem de forma eficiente, como uma evolução natural do seu negócio – um processo mais acessível e tranquilo, garantindo uma transição suave e sem interrupções significativas nas suas operações. Essa é a proposta da OST com o Cloud 4 All. O Futuro é Cloud: prepare sua empresa para as próximas inovações A computação em nuvem é tanto uma solução para os desafios da sua empresa quanto um investimento estratégico
Cloud: a solução para a escassez de recursos em TI

A eficiência operacional é um dos principais objetivos de todas as organizações, sejam elas privadas ou públicas. No entanto, muitas empresas enfrentam a escassez de recursos em TI, uma área crítica para o sucesso de qualquer negócio. Em um cenário onde a tecnologia da informação e bons técnicos se tornam cada vez mais essenciais para o mercado, as soluções em cloud computing emergem como uma resposta poderosa para enfrentar os desafios modernos. A computação em nuvem elimina a necessidade de grandes investimentos iniciais e oferece escalabilidade sob demanda. As empresas podem ampliar ou reduzir seus recursos conforme necessário, pagando apenas pelo que utilizam, o que otimiza o uso do orçamento de TI e permite uma gestão mais flexível e eficiente dos recursos. Outros benefícios da adoção de soluções em cloud são: – Segurança e Conformidade: Provedores de cloud, como a AWS e Azure Cloud, parceiras da OST, investem massivamente em segurança, garantindo que os dados estejam protegidos e que as normas regulatórias sejam cumpridas. – Continuidade dos Negócios: Soluções em cloud oferecem opções robustas de backup e recuperação de desastres, assegurando a continuidade operacional em qualquer eventualidade. – Automação: Um ambiente em Cloud possui recursos nativos para a automação de tarefas. Administradores devem utilizar esses recursos para aumentar a eficiência operacional. Cloud aplicado ao Setor Público e Privado As vantagens do modelo de computação em nuvem são visíveis tanto para o setor privado quanto público. Governos e instituições públicas enfrentam pressões constantes para melhorar os serviços aos cidadãos enquanto gerenciam orçamentos restritos. Neste cenário, um ambiente em Cloud pode ajudar a reduzir custos operacionais, melhorar a transparência e a eficiência dos serviços públicos, e proporcionar uma base mais robusta para inovações tecnológicas, como inteligência artificial e big data. Já em empresas privadas, a nuvem é utilizada para acelerar a inovação, melhorar a gestão de dados e oferecer novos produtos e serviços ao mercado com rapidez. Startups e pequenas empresas, em particular, podem competir com grandes players sem a necessidade de grandes investimentos iniciais. Migre para a nuvem com a OST! A OST possui parcerias estratégicas com os maiores provedores de tecnologia cloud do mundo, como AWS e Azure Cloud. Essas parcerias nos permitem oferecer soluções de ponta que atendem às necessidades específicas de cada cliente, garantindo que possam aproveitar todos os benefícios que a computação em nuvem tem a oferecer. Para mais informações sobre como a OST pode ajudar sua organização a implementar soluções de cloud computing, entre em contato conosco: www.ost.com.br/contato
3 benefícios da infraestrutura em nuvem hiperconvergente
Cada vez mais as empresas estão incorporando estratégias de nuvem múltipla e de nuvem híbrida em seus data centers, mas muitas ainda permanecem à margem por causa das complexidades que vêm com a implementação dessas tecnologias. Para ajudar a suavizar o caminho, algumas organizações estão se voltando para uma infraestrutura de nuvem hiperconvergente. A infraestrutura hiperconvergente (HCI) fornece uma plataforma integrada de recursos de computação, armazenamento e rede altamente otimizados que visam cargas de trabalho específicas. A tecnologia é construída em uma arquitetura moderna semelhante a um ambiente de nuvem, ajudando a facilitar os problemas de integração e compatibilidade. Uma infraestrutura de nuvem hiperconvergente pode permitir que os gerentes de TI se concentrem em novas tecnologias e pode ser útil para implementar uma estratégia de nuvem em estágios, em vez de adotar uma abordagem tudo ou nada. Os benefícios da infraestrutura de nuvem hiperconvergente a seguir destacam como o desempenho, a escalabilidade e a capacidade de gerenciamento HCI podem ajudar na mudança em direção a uma implantação de nuvem híbrida e multi-nuvem. Libere recursos de TI Por causa das complexidades que acompanham as arquiteturas tradicionais de data center de três camadas, a maioria dos gerentes de TI está muito ocupada apagando incêndios e mantendo seus sistemas funcionando para pesquisar, projetar, prototipar, testar e implementar novas tecnologias. Uma plataforma HCI na nuvem pode ajudar muito na liberação de recursos de TI, reduzindo os desafios que surgem com o gerenciamento de recursos de computação, armazenamento e rede como camadas separadas. A hiperconvergência abstrai os componentes físicos e os apresenta como um conjunto unificado de recursos agrupados que podem ser controlados por meio de uma única plataforma de gerenciamento. O software gerencia a infraestrutura subjacente e realiza tarefas como provisionamento de recursos, balanceamento de carga e failover automático. A maioria dos produtos HCI também oferece recursos de backup e recuperação de desastres (DR) e suporte para compressão, desduplicação e codificação de eliminação. Com a HCI na nuvem, os gerentes de TI podem implantar recursos com mais facilidade, suportar cargas de trabalho e expandir clusters. Isso reduz a sobrecarga administrativa necessária para suportar as cargas de trabalho de hoje e fornece aos gerentes de TI o tempo de que precisam para se concentrar em suas estratégias de nuvem. Implemente uma arquitetura moderna Além de agilizar as operações, a HCI possui uma arquitetura semelhante aos ambientes de nuvem, ocorrendo uma convergência ao adotar uma infraestrutura em nuvem hiperconvergente. Usando tecnologias de virtualização avançadas, a HCI abstrai o hardware subjacente, agrupa recursos em serviços integrados e os disponibiliza para as máquinas virtuais (VMs) da plataforma, de maneira muito semelhante a uma infraestrutura em nuvem. A virtualização maximiza o uso de recursos e aumenta a agilidade e flexibilidade, ao mesmo tempo que torna mais fácil dimensionar sistemas, mover aplicativos e automatizar a orquestração da carga de trabalho. Dessa forma, a HCI pode fornecer um ambiente altamente integrado e otimizado, ao mesmo tempo em que fornece um plano de gerenciamento centralizado para controlar os recursos. A tecnologia adota uma abordagem definida por software para fornecer entrega de aplicativos contínua e contínua em várias VMs, onde quer que residam no cluster HCI. Muitas das características definidoras de HCI imitam aquelas de um ambiente de nuvem, dando-lhe uma natureza semelhante à nuvem que é mais adequada para integração com plataformas de nuvem do que as arquiteturas tradicionais de três camadas. Por exemplo, VMs locais que hospedam aplicativos podem ser mais fáceis de migrar para uma plataforma de nuvem do que um aplicativo executado localmente. Embora isso seja verdade para muitos ambientes de servidor virtualizado, a natureza definida por software da HCI dá um passo adiante, tornando possível oferecer suporte a uma integração mais contínua em vários ambientes. Uma infraestrutura hiperconvergente também pode facilitar a implementação e o gerenciamento de cargas de trabalho que abrangem várias plataformas Incluindo ambientes de nuvem. Pelo mesmo motivo, as operações de failover de Disaster Recovery (DR) que visam a nuvem também podem ser mais fáceis de implementar em um ambiente HCI, onde é possível manter os serviços sem interromper as comunicações do aplicativo e do usuário. Além disso, os fornecedores de produtos HCI têm adicionado recursos amigáveis à nuvem, como proteção de dados integradas que usam serviços de nuvem pública ou suporte para serviços de contêiner em ambientes de várias nuvens. Implante uma estratégia de nuvem em estágios Como a HCI fornece um ambiente completo e autocontido, uma infraestrutura de nuvem hiperconvergente facilita a implementação de estratégias de nuvem em estágios gerenciáveis. Por exemplo, a TI pode implementar clusters HCI nos escritórios remotos da organização e, em seguida, usar a nuvem para fornecer serviços de backup e DR. Ou a equipe pode implementar clusters HCI em seu data center principal para suportar cargas de trabalho específicas e usar serviços de nuvem para backup e DR. As equipes de TI também podem aproveitar os serviços em nuvem existentes que se integram às plataformas HCI. Por exemplo, eles podem implantar um cluster HCI no data center para manter uma infraestrutura de desktop virtual que ofereça suporte a um grupo específico de usuários. Para outros usuários, pode oferecer desktops virtuais por meio de uma plataforma de nuvem. A equipe pode então usar um serviço de nuvem para implantar desktops virtuais tanto na nuvem quanto nos ambientes locais. HCI é um bom ponto de partida para embarcar em um caminho de nuvem múltipla ou de nuvem híbrida A tecnologia é fácil de implantar e manter, permitindo que a TI comece a integrar a nuvem em seus ambientes sem adicionar uma superabundância de complexidade ou consumir uma enorme quantidade de tempo. O uso de uma infraestrutura de nuvem hiperconvergente não simplifica a tarefa de desenvolver uma estratégia de nuvem. A TI ainda deve pesquisar a tecnologia, planejar a arquitetura e implantar todas as peças. No entanto, a HCI pode ajudar a simplificar esse processo, desde que o modelo seja adequado para as cargas de trabalho da organização. Se for assim, uma equipe de TI poderia se beneficiar muito usando
Crie a nuvem hiperconvergente certa para seus aplicativos
As empresas sempre precisam simplificar as operações, mas muitas empresas lutam para configurar e gerenciar seus ambientes virtuais com eficiência. E a infraestrutura legada – com armazenamento, redes de armazenamento e servidores separados – não é adequada para atender às necessidades de aplicativos corporativos e nativos em nuvem, ou às necessidades de empresas que lutam com a transformação digital. À medida que a digitalização ganha cada vez mais destaque nos orçamentos dos CIOs – até 28% até 2018 – as demandas colocadas na infraestrutura de TI para fornecer serviços confiáveis e reativos aumentarão, e a nuvem hiperconvergente será uma ferramenta fundamental que facilita esse ambiente de negócios em constante mudança. À medida que as empresas buscam fazer com que seus data centers operem mais como a nuvem, a infraestrutura hiperconvergente (HCI) se torna cada vez mais popular. A combinação de hardware e software da HCI forma a base para uma plataforma de nuvem hiperconvergente. A hiperconvergência e seus fornecedores evoluem conforme as necessidades dos aplicativos dos clientes mudam. Existem algumas coisas que as empresas devem saber para implementar uma nuvem baseada em HCI que melhor se adapte à carga de trabalho de seu aplicativo. A plataforma de nuvem hiperconvergente perfeita requer vários elementos. A função do hipervisor A virtualização é um elemento-chave em qualquer nuvem hiperconvergente. Um hipervisor é uma função que abstrai – isola – sistemas operacionais (SO) e aplicativos do hardware de computador subjacente. Essa abstração permite que o hardware da máquina host subjacente opere independentemente uma ou mais máquinas virtuais como convidados, permitindo que várias VMs convidadas compartilhem com eficácia os recursos de computação física do sistema, como ciclos de processador, espaço de memória e largura de banda da rede. Os hipervisores são importantes para qualquer administrador de sistema ou operador de sistema porque a virtualização adiciona uma camada crucial de gerenciamento e controle sobre o data center e o ambiente corporativo. Os membros da equipe não só precisam entender como o respectivo hipervisor funciona, mas também como executar tarefas de gerenciamento relacionadas, como configuração de VM, migração e instantâneos. Um mecanismo de automação e orquestração A automação impulsiona a nuvem, e uma nuvem hiperconvergente não é diferente. Criar novas cargas de trabalho no fornecedor não significa que um funcionário realmente execute a solicitação. O poder está na automação que o fornecedor oferece. Da mesma forma, para um ambiente de nuvem hiperconvergente privada, é importante ser capaz de automatizar tantos processos de rotina quanto for razoável, com o objetivo de aumentar a eficiência. A automação ajuda em tarefas singulares, enquanto a orquestração traz um novo nível de capacidade. Orquestração significa juntar várias tarefas em um único resultado. Ele também traz um nível de gerenciamento para a automação, que permite controlar os vários scripts que habilitam a automação. Usar um mecanismo de orquestração ajuda a manter qualquer plataforma de nuvem – nuvem hiperconvergente pública ou privada – sob controle. Recursos de autoatendimento do usuário Usar a automação que um ambiente de nuvem oferece significa que sua organização não terá que contratar uma equipe de TI para realizar operações de rotina. Para adotar uma nuvem hiperconvergente privada, você precisa de uma plataforma que possa fornecer alguma aparência de autoatendimento para que os usuários possam ter solicitações de rotina para infraestrutura e aplicativos tratados automaticamente. Oportunidades de integração Sua organização provavelmente já usa algum tipo de serviço de nuvem. Com isso em mente, a plataforma de nuvem hiperconvergente privada que você selecionar deve ser capaz de se integrar facilmente com os serviços de nuvem fora do local que o cliente também usa. Sobre a OST Desde 1995 no mercado, a OST atende com excelência fornecendo soluções de infraestrutura, auxiliando organizações públicas e privadas a garantirem a continuidade de seus negócios. Somos especializados em otimizar e atender a necessidade do seu negócio. A OST garante a continuidade de suas operações, fornecendo soluções avançadas de infraestrutura para ambientes de missão crítica com inovação, excelência e qualidade no serviço.
Quais são os benefícios da integração de armazenamento em nuvem hiperconvergente?
A infraestrutura hiperconvergente se tornou uma opção comum para qualquer carga de trabalho que os administradores de TI possam hospedar normalmente em um ambiente virtualizado. Porém, a HCI também pode contribuir consideravelmente para adotar uma abordagem de nuvem hiperconvergente para armazenamento de dados. A era da nuvem híbrida Não muito tempo atrás, a nuvem assustava os CIOs e a equipe de TI, que temiam que ela ameaçasse a segurança de seus empregos. Essa ameaça existencial foi praticamente eliminada, pois as pessoas perceberam que a nuvem é apenas um código para “o computador de outra pessoa” e que as cargas de trabalho subjacentes são o molho secreto que faz uma organização funcionar. Até os administradores de infraestrutura percebem que a nuvem não significa perda de empregos em seu mercado. Para ser justo, houve mudanças. Os departamentos de TI tiveram que descobrir como integrar os serviços em nuvem com seu data center existente de uma forma que forneça a seus usuários uma experiência de computação contínua. As redes tiveram que se adaptar para atender às necessidades exclusivas desses tipos de integrações híbridas de nuvem / data center. O armazenamento agora abrange o ambiente do data center local, bem como o ambiente de nuvem. As lições aprendidas com a nuvem têm sido importantes. Em particular, a nuvem ensinou às organizações que elas precisam de uma infraestrutura que seja fácil de usar e possa escalar a uma taxa que faça sentido para os negócios. As empresas podem querer adotar uma nuvem pública para algo como recuperação de desastres, para que não precisem construir um data center secundário. Para que isso funcione, eles precisam de cargas de trabalho que possam alternar facilmente entre os locais, uma necessidade que é atendida por meio da virtualização e da nuvem hiperconvergente . Como todas as cargas de trabalho são virtualizadas em produtos hiperconvergentes, essas configurações arquitetônicas podem dar às empresas uma desculpa para aumentar ainda mais a penetração da virtualização. Mas a nuvem hiperconvergente vai além disso Considere o VDI, por exemplo, os usuários ainda querem desktops móveis que viajem com eles, mas ele pode ser difícil para os administradores implantar e dar suporte. Então, vieram fornecedores que oferecem painéis de controle baseados em nuvem que implantam desktops virtuais na nuvem e na infraestrutura local. Além disso, os fornecedores passaram a vender produtos HCI que podem oferecer proteção de dados, incluindo a nuvem como destino de backup. Um administrador de TI pode ter que pagar licenciamento adicional ou custos de uso, mas não terá que tentar construir o sistema de backup internamente. Este modelo operacional de nuvem hiperconvergente está rapidamente se tornando o novo normal, e é um modelo que deve existir por muitos anos. Os benefícios da integração de armazenamento em nuvem hiperconvergente Para muitos, a integração da nuvem pública ainda é relativamente nova para sistemas hiperconvergentes. A tecnologia promete oferecer vários benefícios diferentes, mas também pode representar alguns desafios. Os benefícios da integração da nuvem pública com um sistema hiperconvergente obviamente variam, dependendo da maneira como a tecnologia é implementada. Por exemplo, um fornecedor pode escolher usar a integração em nuvem como uma forma de expandir o armazenamento. Nesse tipo de situação, o armazenamento em nuvem pode ser tratado como outra camada de armazenamento junto com outras camadas, como armazenamento de alta velocidade ou commodity. A integração é alcançada de forma que o provisionamento de armazenamento em nuvem se combine perfeitamente com o provisionamento de armazenamento local. Outros fornecedores hiperconvergentes estão aproveitando a integração de armazenamento em nuvem para fornecer a seus clientes mais do que apenas ofertas de armazenamento expandido. Como os sistemas hiperconvergentes são projetados para virtualização, tal sistema pode dar aos administradores a capacidade de usar nuvens públicas para failover de máquinas virtuais. Em essência, a nuvem pública pode ser tratada como uma extensão dos próprios recursos de hardware do sistema hiperconvergente. Isso dará aos administradores um tremendo grau de flexibilidade. Mesmo assim, a integração em nuvem tem seus desafios. Um desafio que os administradores precisam enfrentar é a curva de aprendizado. Mesmo que o conceito básico de integração de armazenamento em nuvem pareça simples o suficiente, os administradores podem ter que fazer algum trabalho em torno do gerenciamento de identidade federada, sincronização de diretório e gerenciamento de endereço IP antes de serem capazes de usar perfeitamente os recursos da nuvem pública . As tarefas reais que terão que ser executadas irão variar dependendo de qual produto do fornecedor está sendo usado e de qual nuvem pública está sendo usada. Outro desafio que os administradores enfrentam é o custo. As nuvens públicas têm a reputação de ser a opção mais barata, mas é possível obter uma conta pesada do seu provedor de serviços . Os administradores terão que aprender como prever o consumo de recursos com base na nuvem para evitar choques e impactos severos nos orçamentos de TI. Sobre a OST Desde 1995 no mercado, a OST atende com excelência fornecendo soluções de infraestrutura, auxiliando organizações públicas e privadas a garantirem a continuidade de seus negócios. Somos especializados em otimizar e atender a necessidade do seu negócio. A OST garante a continuidade de suas operações, fornecendo soluções avançadas de infraestrutura para ambientes de missão crítica com inovação, excelência e qualidade no serviço.
Três pontos principais em uma estratégia de recuperação de desastres na nuvem
Uma recuperação de desastres (DR) realmente eficiente pode ser um investimento de alto valor e bastante complexa para grande parte das empresas. Geralmente elas são adotadas por organizações mais robustas, a exemplo de bancos, departamentos governamentais e outros setores críticos. Mas a necessidade de proteção contra interrupções é universal porque falhas de sistema, interrupções de energia ou rede, ataques cibernéticos, acidentes e desastres naturais podem destruir as operações de uma empresa, independente do seu setor de atuação ou tamanho. Pesquisadores do Uptime Institute, empresa americana certificadora de data center, estimam que 44% das organizações sofreram uma grande interrupção recente que “impactou de forma tangível”. A pesquisa anual de data center global da Uptime em 2020 também sugere que as interrupções estão se tornando cada vez mais prejudiciais aos negócios. A pesquisa do Uptime aponta que a maioria das interrupções pode ser evitada, sendo as falhas de energia a causa mais comum. Mas nenhuma organização pode remover todos os riscos. Em vez disso, eles precisam de uma estratégia eficaz para recuperar dados e restaurar seus sistemas de TI. A computação em nuvem tem o potencial de tornar a recuperação de desastres mais acessível e, em alguns casos, mais simples. Algumas tecnologias de nuvem, especialmente software como serviço (SaaS), têm opções de backup e recuperação de desastres integradas. O mercado de DR baseado em nuvem, ou DRaaS, deve valer globalmente US$ 4,9 bilhões em 2021, com uma taxa de crescimento de 16,7% até 2024, de acordo com a empresa de consultoria IDC. A nuvem mudou a economia da recuperação de desastres Alguns anos atrás, apenas as maiores organizações podiam implementar totalmente a DR porque era muito caro duplicar a infraestrutura e os sistemas, mesmo que fosse por meio de um provedor terceirizado. O recurso mais atraente da recuperação de desastres baseado em nuvem é seu modelo sob demanda. Não há necessidade de comprar e manter hardware e outros ativos em caso de emergência. Mas usar a nuvem para recuperação de desastres tem seus próprios custos e desafios. Existem fornecedores especializados de DR para preencher a lacuna entre um ambiente de TI totalmente replicado e a nuvem, com a maior parte das taxas pagas apenas se a empresa tiver que invocar o plano de DR. Mas, para os gerentes de TI, a decisão raramente é tão simples quanto copiar todos os dados para a nuvem. Para uma estratégia de recuperação de desastres na nuvem mais eficiente, separamos três pontos principais que devem ser considerados pelos gestores de TI das empresas. Custos A nuvem remove dois custos significativos para recuperação de desastres: hardware e instalações. No entanto, esses custos são substituídos por taxas de serviço e uso. As empresas podem preferir custos contínuos em vez de despesas iniciais, mas para garantir a economia da DR, o projeto deve ser algo bem estudado durante a fase de planejamento e validação do ambiente a ser protegido. Tal preocupação acontece com tudo em relação aos investimentos em TI, para a nuvem ou o ambiente local. É a decisão entre custos fixos / capex (despesas de capital) e custos recorrentes / opex (despesas operacionais) para a nuvem ou serviços gerenciados de DR. No entanto, uma das principais vantagens da nuvem sobre o autoprovisionamento interno para DR é o pagamento pelo uso. Movendo dados para a nuvem Copiar dados para uma instalação de backup é um desafio para os provedores de serviços de DR e para a nuvem. A menos que uma empresa seja nova e tenha poucos dados, ou possa pagar por espelhamento em tempo real e sistemas de alta disponibilidade, a cópia inicial dos dados provavelmente será em disco ou fita. Esteja movendo dados para uma instalação de serviço gerenciado, a nuvem ou um terceiro, trata-se de comunicações. Basicamente é sobre a quantidade de largura de banda que você tem e o quanto ela muda de lugar. RPO e RTO As empresas precisam definir seu objetivo de ponto de recuperação (RPO) – a quantidade de dados que podem perder; e seu objetivo de tempo de recuperação (RTO) – quanto tempo eles podem esperar para que os dados sejam recuperados. Apenas uma minoria de organizações pode pagar a replicação quase em tempo real ou sistemas de alta disponibilidade. A maioria vai optar por backups pontuais, copiados para a nuvem diretamente ou, mais provavelmente, por meio de um servidor de teste, armazenamento conectado à rede ou dispositivo dedicado. Os provedores de DR em nuvem podem, no entanto, cobrar taxas diferentes para uma restauração de dados mais rápida, e um RPO menor provavelmente incorrerá em mais custos de armazenamento e transferência de dados por meio de cópias mais frequentes. Recuperação de dados e negócios A recuperação de desastres completa oferece mais do que apenas restauração de dados. Inclui o fornecimento de novos servidores, armazenamento e redes e até mesmo novos PCs e espaço de mesa. As empresas podem recuperar dados da nuvem para um novo hardware, e algumas o farão. Mas a nuvem pode fornecer novas VMs e até mesmo servidores físicos. Um dos principais pontos da recuperação de desastres na nuvem é que uma empresa pode rapidamente aumentar a capacidade quando necessário. Usar o mesmo provedor de serviços de nuvem para hospedar backups e sistemas de produção é a opção mais apropriada e remove atrasos na movimentação de dados entre hosts de nuvem ou para um novo local. Sobre a OST Desde 1995 no mercado, a OST atende com excelência fornecendo soluções de infraestrutura, auxiliando organizações públicas e privadas a garantirem a continuidade de seus negócios. Somos especializados em otimizar e atender a necessidade do seu negócio. A OST garante a continuidade de suas operações, fornecendo soluções avançadas de infraestrutura para ambientes de missão crítica com inovação, excelência e qualidade no serviço.
Infográfico – Por que construir uma nuvem híbrida com a Dell EMC e VMware
Para qualquer departamento de TI, disponibilizar novos produtos e serviços significa aumentar a eficiência e ganhar mais agilidade, desenvolvendo ainda mais sua infraestrutura para as necessidades dos clientes. O melhor jeito de fazer isso é com uma infraestrutura hiperconvergente que é flexível, economiza tempo, reduz o TCO e eleva a segurança. Baixe nosso infográfico e descubra por que construir uma nuvem híbrida com a Dell EMC e VMware.
Cinco pontos chaves para uma estratégia eficaz de migração de nuvem híbrida
Com uma estratégia de migração de nuvem híbrida, uma organização estende suas cargas de trabalho internas para um ambiente que não é de sua propriedade. O desempenho e os recursos que você conhece e espera de seu próprio ambiente de TI tornam-se dependentes em parte de um ambiente que é fornecido para você. O arranjo híbrido funciona, mas você precisa se preparar adequadamente para ele e evitar certas armadilhas. Essas cinco estratégias de nuvem híbrida o colocarão no caminho certo. 1. Determine se um aplicativo está pronto para nuvem híbrida Com estratégias de nuvem híbrida, um aplicativo deve funcionar em um ambiente local e em recursos alugados de um provedor de serviços. A primeira etapa necessária, que muitas vezes é esquecida, é determinar se a aplicação em questão é adequada para o modelo híbrido. Tenha cuidado e não presuma muito. Só porque um fornecedor executa o aplicativo em uma nuvem não significa que ele está pronto para a nuvem híbrida. É menos complicado hospedar o aplicativo em um ambiente ou outro do que unir dois ambientes. Um aplicativo legado que não está pronto para a migração de nuvem híbrida ainda pode ser adaptado com sucesso se planejado corretamente, sem aparecer como um “Frankenstein”. De forma ideal, partes do aplicativo que podem existir por trás dos balanceadores de carga movem-se para a nuvem. Examine o rastreamento de aplicativos para ver as comunicações de tráfego, isso lhe dará uma noção de quantos dados são compartilhados e como o tempo de atraso potencial pode afetar o desempenho do aplicativo. 2. Mude as peças certas de um aplicativo Muitos aplicativos consistem em várias partes, portanto, você tem muitas decisões possíveis a tomar. Frequentemente, a primeira consideração é determinar o que pode ser movido rapidamente para a nuvem. Considere cuidadosamente os recursos sob demanda. A menos que você pague para manter as cargas de trabalho inativas esperando para iniciar em servidores de nuvem pública, observe a automação para aumentar e diminuir essas cargas de trabalho rapidamente. Cargas de trabalho que exigem personalização excessiva ou grandes quantidades de armazenamento de dados podem não ser um bom ajuste para uma estratégia de migração de nuvem híbrida, especialmente se a economia de custos for um de seus objetivos de adoção da nuvem. O tempo é um fator constante a considerar. A automação ajuda a criar cargas de trabalho e elimina o esforço manual. Mesmo assim, recursos completos e prontos para uso não aparecem simplesmente instantaneamente, você espera que eles construam, o que pode levar segundos ou horas. Uma carga de trabalho de construção lenta pode ser cara porque o provedor de nuvem cobra por esse tempo de configuração, antes que a própria carga de trabalho seja executada. Quaisquer partes de um aplicativo que você decidir mover e deixar na nuvem custarão dinheiro, mesmo que essas partes raramente sejam usadas. Isso pode ser uma grande preocupação se um aplicativo não estiver pronto para o modelo híbrido, como quando requer estruturas adicionais para suportá-lo. Com qualquer adoção da nuvem, lembre-se de que recursos adicionais aumentam seus custos. 3. Não negligencie o armazenamento O tamanho também é uma consideração importante nas estratégias de nuvem híbrida. O armazenamento em nuvem é um tipo de despesa que cresce lentamente, por isso é fácil passar despercebido se você não prestar muita atenção. Os custos de armazenamento em nuvem não prejudicam o uso da estrutura de armazenamento inicialmente, mas se acumulam continuamente com o tempo. Aproveite as vantagens das camadas de armazenamento em nuvem para arquivamento. 4. Verifique a rede Quando uma organização move parte de uma carga de trabalho para a nuvem, pode haver um atraso entre seu data center e o provedor de nuvem. Esse atraso pode afetar o desempenho do aplicativo e a experiência do cliente. Seu serviço de Internet é a salvação que mantém seu aplicativo funcionando corretamente. O atraso da rede entre os componentes de aplicativos multipartes deve ser tratado. Determine de onde vem o atraso, pode ser a qualidade de sua conexão com a nuvem, ao invés de algo específico para o provedor de serviços em nuvem. 5. Acompanhe as métricas O sucesso de uma estratégia de migração de nuvem híbrida será revelado nas métricas. As estatísticas de desempenho e os tempos de resposta são valiosos, mas significam pouco se sua abordagem híbrida custar três a quatro vezes o valor que você gastaria em uma configuração puramente local. Quando uma organização gasta muito, sua estratégia de nuvem não é econômica e, dessa perspectiva, pode ser considerada um fracasso. Obtenha uma imagem clara da estratégia de migração de nuvem híbrida de sua organização, observando os dados de uma variedade de aspectos. Pense em tudo Desde dados de desempenho a engajamento do cliente e respostas de help desk. Por exemplo, uma mudança para a nuvem híbrida pode custar mais dinheiro à organização, mas se as chamadas para o help desk cair 30%, a análise geral de custo-benefício pode ser favorável. O desafio é a comparação de pontos de dados provenientes de fontes diferentes, que podem ser difíceis de correlacionar. Esse esforço pode realmente valer a pena, porque você será capaz de avaliar como sua iniciativa híbrida está indo e onde você pode ajustar suas cargas de trabalho. Você provavelmente não vai acertar no início, então pense nisso como um processo. Faça os ajustes para combinar as métricas com suas necessidades específicas de negócios e metas de nuvem. Sobre a OST Desde 1995 no mercado, a OST atende com excelência fornecendo soluções de infraestrutura, auxiliando organizações públicas e privadas a garantirem a continuidade de seus negócios. Somos especializados em otimizar e atender a necessidade do seu negócio. A OST garante a continuidade de suas operações, fornecendo soluções avançadas de infraestrutura para ambientes de missão crítica com inovação, excelência e qualidade no serviço.
Hiperconvergência X Nuvem: As principais diferenças para as empresas
07 A computação em nuvem se tornou um dos pilares das operações corporativas. As empresas não apenas recorrem a serviços de nuvem pública para seus aplicativos e requisitos de dados, mas muitas agora estão implantando nuvens privadas em seus próprios data centers ou outras instalações. Mas implementar uma infraestrutura de nuvem não é uma questão fácil e deve ser cuidadosamente avaliada em relação aos benefícios dos serviços de nuvem pública. Uma organização também deve considerar se um sistema hiperconvergente(HCI) pode servir melhor a seus propósitos. Infelizmente, comparar uma infraestrutura em nuvem com HCI nem sempre é um processo direto, em parte, porque os fornecedores usam os termos nuvem e hiperconvergência de forma um tanto vaga e frequentemente intercambiável. Porém, a nuvem e a Hiperconvergência não são a mesma coisa. Embora tenham características semelhantes, eles representam diferentes abordagens de infraestrutura, e as empresas devem entender essas diferenças se as considerar para seus data centers. Muito além dos conceitos básicos Uma plataforma HCI é uma plataforma integrada que virtualiza recursos de computação, armazenamento e rede e os combina com um sistema de gerenciamento definido por software para fornecer uma plataforma unificada para hospedar cargas de trabalho virtualizadas. A plataforma é composta por vários nós de servidor e armazenamento, junto com os componentes de rede necessários, para formar um único cluster que a TI pode facilmente implantar, manter e escalar. Uma infraestrutura de computação em nuvem, seja privada ou pública, é composta de recursos físicos de computação, armazenamento e rede integrados em uma única arquitetura. Uma camada de abstração agrupa os recursos físicos e os entrega como serviços, que os aplicativos e usuários podem configurar e implementar facilmente, por meio de uma API ou interface de usuário. No entanto, configurar a infraestrutura pode ser uma tarefa complexa e demorada. A virtualização está no centro da computação em nuvem e da HCI, mas a virtualização sozinha não é suficiente para definir qualquer um deles. Um ambiente de nuvem está diretamente relacionado à experiência do usuário, usando automação e orquestração avançadas para compor a infraestrutura subjacente. A hiperconvergência tem mais a ver com simplificar a TI, seguindo uma arquitetura rígida baseada em nós que simplifica muito a administração. Embora algumas plataformas HCI tenham incorporado recursos semelhantes à nuvem, elas ainda são duas abordagens diferentes para a infraestrutura de TI. Desempenho Comparar o desempenho entre Hiperconvergência e infraestrutura em nuvem pode ser um tanto complicado. Com a nuvem, depende se é uma plataforma pública ou sistema local e, se local, como a infraestrutura está configurada. Um cluster HCI consolida todos os componentes de hardware em uma infraestrutura integrada que mantém aplicativos e dados próximos, oferecendo altas velocidades de rede e taxas de dados, enquanto elimina os gargalos que vêm com uma arquitetura distribuída. Em contraste, o hardware físico que compõe uma infraestrutura de nuvem pode abranger vários locais geográficos, introduzindo uma ampla gama de possíveis gargalos. Dito isso, se os componentes estiverem próximos, como pode ser o caso de uma nuvem privada, muitos desses gargalos podem ser eliminados. Além disso, uma infraestrutura em nuvem normalmente coleta telemetria detalhada do sistema, que pode ser usada em conjunto com os recursos de automação e orquestração para ajustar os recursos em tempo real para oferecer melhor desempenho. Custos Não há uma maneira simples de avaliar como os custos se comparam entre uma plataforma HCI e uma infraestrutura em nuvem. Ambas as abordagens podem ajudar a cortar despesas e ineficiências, mas um verdadeiro custo total de propriedade para qualquer sistema requer uma análise completa que considere uma ampla gama de fatores, incluindo o Capex inicial, utilização contínua de recursos, requisitos de pessoal de TI, produtividade do usuário e qualquer outros problemas que podem afetar os custos. A análise também deve considerar se a TI construirá seu próprio sistema, talvez seguindo uma arquitetura de referência e quais componentes a organização já pode ter em mãos. Além disso, a organização deve considerar as diferenças entre usar serviços de nuvem pública ou implementar uma nuvem privada, se ambos estiverem sendo considerados. Proteção de dados Uma infraestrutura em nuvem é como HCI quando se trata de proteção de dados. As proteções exatas dependem da implementação. Plataformas de nuvem pública de alto perfil tomam medidas extraordinárias para proteger os dados, entretanto, os clientes podem ter que pagar a mais por serviços como instantâneos, backups ou outros recursos de recuperação de desastres. As equipes de TI que implantam suas próprias infraestruturas de nuvem podem optar por incluir esses recursos em suas plataformas, baseando o nível de proteção de dados em seus requisitos específicos. HCI vs. computação em nuvem A hiperconvergência visa simplificar a TI e acelerar as implantações de cargas de trabalho virtuais. Faz pouco para mudar a forma como interagimos com essas cargas de trabalho ou a infraestrutura que as suporta. A nuvem, por outro lado, representa uma mudança de pensamento, afetando como implementamos aplicativos, armazenamos dados e entregamos serviços. A nuvem coloca os usuários no centro do palco para que eles possam acessar e usar os recursos com mais facilidade. Dito isso, HCI e a nuvem não são mutuamente exclusivos. Uma organização pode optar por implantar uma nuvem privada dedicada em uma plataforma HCI. Embora isso limite parte da flexibilidade inerente da nuvem, pode ajudar a simplificar a implementação e o gerenciamento, trazendo o melhor dos dois mundos para uma única plataforma. Sobre a OST Desde 1995 no mercado, a OST atende com excelência fornecendo soluções de infraestrutura, auxiliando organizações públicas e privadas a garantirem a continuidade de seus negócios. Somos especializados em otimizar e atender a necessidade do seu negócio. A OST garante a continuidade de suas operações, fornecendo soluções avançadas de infraestrutura para ambientes de missão crítica com inovação, excelência e qualidade no serviço.
O gerenciamento de nuvem híbrida requer ferramentas e habilidades eficazes para atender o segmento financeiro
A nuvem híbrida é importante para o segmento financeiros porque ele lida com dados confidenciais, assim como outros setores. Na prática, muitos desses dados são deixados em um servidor privado ou em um servidor dedicado. Mas também existem serviços de nuvem pública dos quais o setor financeiro pode se beneficiar, principalmente quando dados confidenciais não estão em questão. Uma nuvem híbrida reúne tudo isso, e é essa sua principal vantagem. Com operações no local, as instituições financeiras mantém todos os seus dados e toda a sua infraestrutura em seu local físico. É seguro, mas é mais desafiador expandir, mudar e evoluir. A nuvem pública permite acesso amplo de qualquer lugar do mundo. Você obtém os benefícios da computação em nuvem, incluindo economia e flexibilidade, mas seus dados podem não ser tão seguros quanto você gostaria. Uma nuvem híbrida oferece as vantagens de cada sistema, mitigando os problemas que você pode encontrar usando apenas um sistema. A nuvem híbrida não está usando parte de cada sistema separadamente. Seguindo essa abordagem, sua tecnologia está entrelaçada. Você pode, por exemplo, usar um serviço de nuvem pública para enviar dados para a nuvem de sua instituição financeira privada. Um ambiente de nuvem híbrida permite que seus aplicativos e serviços financeiros troquem dados. As operações funcionam como se fossem parte de um único sistema, em vez de várias partes em diferentes ambientes. Portanto, enquanto seus dados confidenciais são mantidos em segurança, eles não são completamente isolados de todo o sistema. Desafios da nuvem para serviços financeiros A nuvem é um conceito atraente para muitas empresas. Por mais atraente que seja, no entanto, apresenta vários desafios, em especial ao setor financeiro. A regulamentação do governo pode não permitir que as empresas adotem a nuvem completamente, devido a problemas de segurança e privacidade. Os clientes também podem ter problemas com a segurança, seja uma preocupação percebida e real. O gerenciamento de riscos é um dos desafios. Os gestores das instituições financeiras podem questionar o risco de mover os dados para fora do local. Operadores financeiros, gerentes de portfólio e outros funcionários desejam manter suas estratégias e detalhes proprietários em sigilo. O risco de perder esses dados é suficiente para deixar as pessoas muito cautelosas com qualquer informação que sai das instalações. Mantendo as informações mais importantes e confidenciais na estrutura local, você ainda pode usar a nuvem e realizar o gerenciamento de riscos com facilidade. A nuvem híbrida é um trampolim para uma adoção mais ampla. O desafio do gerenciamento da nuvem híbrida Uma nuvem híbrida exige supervisão constante e também uma maneira de gerenciar intuitivamente e efetivamente uma variedade de operações, incluindo desempenho de rede, gerenciamento de carga de trabalho, segurança e controle de custos. Não é de surpreender que, dado o grande número de tarefas de gerenciamento necessárias para executar um ambiente de nuvem híbrida eficiente e confiável, a equipe técnica geralmente recorrem a algum tipo de software de gerenciamento. O que logo se torna aparente, no entanto, é que as ferramentas de gerenciamento de nuvem híbrida podem ser tão complexas e confusas quanto os ambientes para os quais foram projetados para suportar. Há uma variedade grande de opções de fornecedores, e pode ser difícil classificar todas elas. Os fornecedores nem sempre fazem o melhor trabalho para tornar seus diferenciais claros, e muito tempo e esforço são desperdiçados como resultado dessa confusão. Ferramentas de nuvem híbrida imaturas e em evolução podem comprometer os projetos de migração das instituições financeiras Talvez o maior desafio ao gerenciamento de nuvem híbrida seja o fato da tecnologia adicionar camadas novas, complexas e frequentemente discordantes ao gerenciamento de operações. Muitas soluções têm restrições de compatibilidade nos componentes que podem gerenciar, bloqueando sua plataforma de gerenciamento em um fornecedor ou grupo de fornecedores, que podem ou não se alinhar à sua arquitetura de sistema atual ou futura. A falta de ferramentas padronizadas pode aumentar a complexidade operacional através da criação de várias ferramentas incongruentes; isso leva ao aprisionamento do fornecedor e, em alguns casos, ineficiências grosseiras em termos de utilização de recursos. Priorizar requisitos de gerenciamento e preencher lacunas Ao selecionar uma plataforma de gerenciamento de nuvem híbrida, é importante não apenas estar ciente de suas limitações documentadas, mas também saber que nada é certo até que seja testado no ambiente de nuvem híbrida do próprio usuário. Existem lacunas, mas, em última análise, é responsabilidade do corpo técnico identificar e verificar completamente essas lacunas em seu próprio ambiente. O gerenciamento de nuvem híbrida requer uma nova mentalidade de equipe. O time de TI precisa literalmente desaprender o que sabe sobre redes físicas e conectividade e reconhecer que a movimentação de pacotes e dados agora é tratada por uma configuração de software de encaminhamento, não por roteadores ou comutadores físicos. No geral, a transição para um ambiente de nuvem híbrida pode resolver muitos problemas, mas também pode criar alguns novos obstáculos, se não forem implementados e gerenciados adequadamente. Não se apresse em tomar uma decisão sem considerar todos os pontos de impacto que você pode identificar. Certifique-se de entender a amplitude de uma infraestrutura híbrida e como ela será usada para atender às necessidades do setor financeiro. Para saber mais sobre como fazer o gerenciamento eficiente da nuvem híbrida, entre em contato com os especialistas da OST. Sobre a OST Desde 1995 no mercado, a OST atende com excelência fornecendo soluções de infraestrutura, auxiliando organizações públicas e privadas a garantirem a continuidade de seus negócios. Somos especializados em otimizar e atender a necessidade do seu negócio. A OST garante a continuidade de suas operações, fornecendo soluções avançadas de infraestrutura para ambientes de missão crítica com inovação, excelência e qualidade no serviço.